O presidente Donald Trump sinalizou a possibilidade de impor tarifas “substanciais” contra países que, segundo ele, atacam empresas de tecnologia dos Estados Unidos. Embora não tenha especificado quais nações seriam alvos das medidas, a União Europeia emerge como principal foco desta potencial retaliação comercial. A análise é de Fernando Nakagawa no CNN 360º.
A ameaça surge em um momento em que diversos países buscam implementar regulações mais rigorosas sobre as grandes empresas de tecnologia americanas, conhecidas como Big Techs. A União Europeia tem se destacado como pioneira neste movimento regulatório, desenvolvendo legislações específicas para o setor.
As iniciativas regulatórias focam em três aspectos fundamentais: o combate à desinformação e crimes digitais, a tributação mais equitativa das empresas de tecnologia e o estabelecimento de diretrizes para o uso da inteligência artificial.
Em resposta às declarações de Trump, a porta-voz da Comissão Europeia, Paula Pinho, reafirmou o direito soberano da UE e seus Estados membros de regular atividades econômicas em seu território, desde que alinhadas com os valores democráticos do bloco.
Além da União Europeia, outros mercados significativos como Austrália e diversos países da América Latina, incluindo o Brasil, também estudam medidas semelhantes para regular a atuação das Big Techs. As discussões abrangem desde a proteção de dados até questões relacionadas à segurança digital e direitos dos usuários.
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